domingo, 7 de março de 2010

Da Escolha.

Boa noite!

Faz um tempo que não posto aqui. Um texto meu, eu digo, já que postei um sobre a FEB umas semanas atrás. Aliás, gostaria de aproveitar e agradecer a colaboração.
Em todo caso, isso não significa que eu tenha parado de escrever, só estava meio afastado do estilo!

Hoje gostaria de falar um pouco sobre as escolhas. Um tema muito simples, mas ao mesmo tempo muito profundo se pararmos para pensar no impacto que as escolhas podem ter na nossa vida e, por que não, no futuro do nosso país.
É claro que, falando assim, já dá para notar que falo das nossas escolhas com relação ao envolvimento do cidadão com a política e com o desenvolvimento da sociedade em que vive.

De fato, como já dizia Platão:
"O preço que o homem de bem paga por não se envolver em política é ser governado por mal intencionados."

A realidade é que a máxima do filósofo grego ainda se aplica na atualidade. Não é preciso ser nenhum gênio para perceber exemplos disso por todos os lados, muito pelo contrário. É só olhar para o quadro político nacional e perceber que são poucos os que tem coragem e caráter para resistir ao dinheiro fácil e não fazer parte da corrupção que assola nossa unidade política.

Nesse ponto que entra a possibilidade de escolha que o cidadão tem. Falando do cidadão comum, do trabalhador, do estudante, seja ele de qualquer classe social, mas longe da realidade dos manda-chuvas da política. É ele que tem o poder de escolher entre ficar calado ou se manifestar, entre cobrar respostas das ditas "pessoas públicas" ou abaixar a cabeça, entre mobilizar seus conhecidos ou agir como uma vaca de presépio.

Falemos dos estudantes. Onde estamos? Na primeira pessoa do plural mesmo. Onde NÓS estamos?
Sempre fomos símbolo das manifestações nos diversos momentos políticos do país, seja pintando o rosto e nos unindo nas ruas, seja escrevendo o que deve ser dito por meio de artigos ou canções cheias de metáforas.
É fácil reclamar dos nossos representantes, isso qualquer um faz. Mas só isso não adianta.
É necessário que formemos grupos fortes, seja com os Centros Acadêmicos das diversas faculdades, seja em bairros, movimentos regionais, não importa. O que vale é agir.

O que precisamos é escolher pela ação. Escolher lutar por um país do presente, com uma política limpa e com um futuro brilhante, já que o brasileiro mostrou na História que é capaz de lutar por seus princípios. É só lembrar de 9 de Julho de 1932.

Já é tempo de dar um basta na corrupção. Já passou do tempo de agir contra a impunidade dos chefões lá de cima.

Na escolha entre se corromper, se omitir ou lutar pelo Brasil, é preciso que o brasileiro aja com a coragem e o caráter dos Constitucionalistas, fazendo que sua luta abra um novo capítulo nas páginas da história do nosso país.